
Quando uma empresa está montando um novo escritório, inaugurando uma unidade ou ocupando um espaço maior, a infraestrutura de rede costuma entrar na lista de decisões técnicas que precisam ser tomadas antes da operação começar. Computadores, telefonia IP, Wi-Fi, câmeras, impressoras, servidores, sistemas de controle e outras tecnologias dependem de uma estrutura física capaz de acomodar todas essas conexões de forma organizada.
É nesse momento que o cabeamento estruturado deixa de ser apenas uma etapa da obra e passa a fazer parte do planejamento da própria empresa. A escolha dos pontos de rede, dos caminhos dos cabos, dos racks, dos switches, da categoria do cabeamento e da infraestrutura necessária para futuras expansões pode determinar quanto será investido agora e quanto trabalho será necessário quando a empresa crescer.
Um projeto de cabeamento estruturado não deve ser elaborado apenas depois que as mesas já estão posicionadas ou quando os primeiros computadores chegaram ao escritório. O ideal é que a infraestrutura seja pensada antecipadamente, levando em consideração o layout, os equipamentos, os sistemas que serão utilizados e as mudanças que podem ocorrer ao longo dos próximos anos.
A própria TIA trata o cabeamento de edifícios comerciais como uma infraestrutura que envolve arquitetura, topologia, projeto, instalação, componentes, distâncias, testes, caminhos e espaços. Isso reforça que o planejamento vai muito além da simples passagem de cabos.
Precisa melhorar a infraestrutura da sua rede? Conheça nosso serviço de cabeamento estruturado para empresas.
Por onde começar um projeto de cabeamento estruturado?
O primeiro passo não é escolher o cabo. Antes disso, é necessário entender como a empresa funciona e quais equipamentos precisarão estar conectados à rede.
Um levantamento inicial deve considerar a quantidade aproximada de colaboradores, os departamentos, a quantidade de salas, posições de trabalho, salas de reunião, recepção, áreas compartilhadas, ambientes técnicos e demais espaços que farão parte da operação.
Depois, é importante identificar os dispositivos que utilizarão a infraestrutura. Computadores são apenas uma parte desse levantamento. Telefones IP, access points, câmeras IP, impressoras, equipamentos de videoconferência, sistemas de controle de acesso, servidores e outros dispositivos conectados também precisam entrar no planejamento.
Essa etapa ajuda a evitar um problema frequente: descobrir somente durante a instalação que determinado setor precisa de mais conexões, que o rack está em uma posição inadequada ou que um equipamento importante ficou distante do ponto previsto.
Por isso, o projeto deve começar pelo uso que a empresa fará da rede e, a partir disso, definir a infraestrutura necessária.
1. Analise o layout antes de definir os pontos de rede
O layout do escritório influencia diretamente a distribuição do cabeamento.
Mesas, divisórias, salas, corredores, recepção, salas de reunião e espaços de atendimento determinam onde estarão os equipamentos e onde as conexões precisarão chegar. Uma rede planejada sem considerar o layout pode resultar em pontos mal posicionados, cabos excessivamente longos ou necessidade de alterações depois que o ambiente já estiver em funcionamento.
Em uma empresa nova, essa integração pode ser ainda mais vantajosa porque o projeto de infraestrutura pode acompanhar o projeto arquitetônico. Assim, os caminhos dos cabos e a localização dos pontos podem ser pensados antes do fechamento de paredes, forros ou outros elementos construtivos.
Também é importante imaginar como o ambiente poderá mudar. Uma sala inicialmente destinada a quatro pessoas pode receber oito no futuro. Uma área administrativa pode virar uma sala de reunião. Um setor pode ser expandido. Quanto mais dessas possibilidades forem consideradas no início, menor tende a ser a necessidade de intervenções improvisadas posteriormente.
2. Defina quantos pontos de rede serão necessários
Não existe uma quantidade fixa de pontos que possa ser aplicada a qualquer empresa. O número depende das aplicações e dos equipamentos que utilizarão a infraestrutura.
Uma forma prática de iniciar o levantamento é dividir o escritório por ambientes e relacionar os dispositivos de cada área. Em uma estação de trabalho, por exemplo, pode existir computador, telefone IP e eventualmente outros equipamentos. Uma sala de reunião pode precisar de conexões para videoconferência, tela ou equipamentos específicos. A recepção pode ter computador, telefone, impressora e sistemas de controle.
Também precisam ser considerados pontos destinados aos access points e às câmeras.
Por isso, calcular pontos apenas pelo número de funcionários pode resultar em uma infraestrutura subdimensionada. Uma empresa com 40 colaboradores pode ter uma necessidade completamente diferente de outra com o mesmo número de pessoas. O planejamento dos pontos deve refletir a utilização real do espaço.
3. Planeje o Wi-Fi junto com o cabeamento
Mesmo sendo uma tecnologia sem fio, o Wi-Fi depende de infraestrutura física para funcionar.
Os access points precisam ser conectados à rede e, em muitos projetos corporativos, também recebem alimentação por PoE. Portanto, sua localização deve ser prevista no projeto de cabeamento estruturado, e não escolhida apenas depois que o escritório estiver pronto.
A TIA possui orientações específicas para o cabeamento de pontos de acesso sem fio e, em seu adendo TIA-568.1-E-1, acrescentou requisitos relacionados à utilização de dois cabos Cat6A para WAPs em determinadas configurações de infraestrutura comercial.
Na prática, isso significa que o planejamento da rede cabeada e da rede Wi-Fi precisa conversar entre si. Não basta definir onde os computadores ficarão; é necessário pensar também em onde estarão os access points e como eles serão conectados.
Esse cuidado pode fazer diferença principalmente em empresas com grande circulação de usuários, salas de reunião, áreas de atendimento e ambientes em que a rede sem fio será uma das principais formas de acesso.
4. Inclua telefonia IP, câmeras e outros sistemas
Um erro comum em projetos novos é dimensionar a infraestrutura pensando apenas em computadores.
A rede corporativa atual pode transportar diversos serviços. Telefones IP, câmeras de segurança, controle de acesso, equipamentos de automação, sistemas audiovisuais e outros dispositivos podem compartilhar a infraestrutura de comunicação.
Por isso, durante o planejamento do cabeamento estruturado, é importante conversar não apenas com a equipe de TI, mas também com os responsáveis por segurança, facilities, telefonia, audiovisual e outras áreas que instalarão equipamentos conectados.
Esse levantamento conjunto reduz o risco de cada sistema criar uma infraestrutura independente e evita a necessidade de instalar novos cabos toda vez que surgir uma demanda.
5. Escolha a categoria do cabeamento de acordo com o projeto
Depois de entender quantos pontos serão necessários e quais aplicações utilizarão a rede, chega o momento de definir a categoria do cabeamento.
Cat5e, Cat6 e Cat6A possuem características diferentes e a escolha depende da aplicação, desempenho desejado, ambiente e possibilidade de expansão.
Em uma infraestrutura nova, não é suficiente perguntar qual cabo é “mais rápido”. É necessário avaliar também os equipamentos que serão utilizados, as distâncias, o tempo previsto de utilização da infraestrutura e o custo de uma eventual atualização no futuro.
O Cat6, por exemplo, pode atender muitas redes corporativas convencionais. Já o Cat6A oferece maior margem para determinadas aplicações de maior capacidade e é especificado para 10GBASE-T em canais de até 100 metros.
Por isso, a categoria deve ser definida como parte do projeto e não escolhida exclusivamente pelo preço do material.
6. Defina onde ficará o rack de rede
O rack é um dos elementos centrais da infraestrutura. É nele que normalmente ficam concentrados patch panels, switches e outros equipamentos responsáveis pela distribuição da conectividade.
Sua localização precisa ser pensada com cuidado.
É necessário considerar acesso para manutenção, segurança, ventilação, alimentação elétrica, espaço para os equipamentos e caminhos disponíveis para chegada dos cabos. Também é importante pensar na possibilidade de expansão.
Colocar o rack em um local improvisado pode dificultar a manutenção e aumentar a complexidade do encaminhamento dos cabos. Por outro lado, posicionar o equipamento em uma área técnica adequada pode facilitar tanto a organização quanto futuras intervenções.
Em empresas maiores, um único rack pode não ser suficiente. Dependendo do tamanho do ambiente, da distribuição física e das distâncias, pode ser necessário planejar mais de um espaço de telecomunicações.
A TIA inclui justamente requisitos de caminhos, espaços, arquitetura, topologia, distâncias e configuração dos pontos dentro do planejamento da infraestrutura de telecomunicações de edifícios comerciais.
7. Pense no caminho que os cabos irão percorrer
Saber onde ficará cada ponto é importante, mas também é necessário saber como o cabo chegará até ele.
Eletrocalhas, eletrodutos, leitos, canaletas e outros caminhos precisam ser avaliados antes da instalação. A quantidade de cabos, o espaço disponível e a possibilidade de expansão devem fazer parte desse dimensionamento.
Também é importante evitar que a infraestrutura seja construída de maneira improvisada para acompanhar as dificuldades encontradas durante a obra.
Em um projeto bem planejado, os caminhos são definidos de maneira que a instalação possa ser executada de forma organizada e que futuras expansões tenham condições de ser realizadas.
Isso é particularmente importante em escritórios que utilizam grande quantidade de pontos ou que concentram muitos cabos em um único rack.
8. Considere a infraestrutura elétrica e o ambiente
Cabeamento de dados não deve ser tratado isoladamente da infraestrutura física do prédio.
Durante o planejamento, é necessário verificar as condições do ambiente, os caminhos disponíveis e a relação da infraestrutura de dados com as demais instalações. A separação e o encaminhamento adequados ajudam a preservar o desempenho e facilitam a manutenção.
Também devem ser consideradas as condições ambientais. Temperatura, umidade, exposição física, interferências eletromagnéticas e características específicas de determinadas áreas podem influenciar a especificação dos materiais e da instalação.
Isso reforça uma ideia importante: escolher um cabo de determinada categoria é apenas uma parte do projeto. O resultado final depende também da forma como toda a infraestrutura será instalada.
9. Deixe capacidade para o crescimento
Uma empresa nova pode começar com determinada quantidade de funcionários e equipamentos, mas dificilmente permanecerá exatamente igual durante toda a vida útil do escritório.
Novas contratações, abertura de departamentos, implantação de novos sistemas, expansão do Wi-Fi, instalação de câmeras e mudanças de layout podem aumentar a demanda por conexões.
Por isso, o projeto de cabeamento estruturado deve considerar alguma capacidade de expansão.
Isso não significa instalar dezenas de pontos que nunca serão utilizados. O objetivo é prever uma margem coerente com o crescimento esperado, tanto em relação aos pontos quanto à infraestrutura necessária para acomodar novas conexões.
A mesma lógica vale para racks, patch panels, switches, caminhos e espaços técnicos.
Uma reserva planejada pode evitar que uma expansão relativamente simples se transforme em uma nova obra de infraestrutura.
10. Planeje o rack pensando na expansão
A capacidade de expansão não depende somente da quantidade de cabos instalados.
Imagine uma empresa que possui pontos suficientes para sua operação atual, mas utiliza todas as portas dos switches e ocupa completamente o espaço do rack. Mesmo que existam cabos de reserva, uma expansão poderá exigir uma nova intervenção.
Por isso, o planejamento deve considerar o conjunto.
É importante avaliar quantidade de portas, patch panels, espaço físico, organização, alimentação e possibilidade de adicionar equipamentos posteriormente.
Essa visão integrada ajuda a transformar o rack em uma estrutura preparada para acompanhar o crescimento, em vez de simplesmente concentrar equipamentos.
11. Não esqueça das salas de reunião e áreas compartilhadas
Áreas que não possuem estações fixas também podem exigir infraestrutura.
Salas de reunião podem receber equipamentos de videoconferência, telas, computadores, telefones IP e dispositivos de apresentação. Recepção e salas de atendimento podem utilizar computadores, impressoras, telefonia e sistemas de controle.
Áreas comuns também podem precisar de access points, câmeras ou outros dispositivos.
Quando esses locais são esquecidos no levantamento inicial, é comum que surjam extensões, cabos aparentes ou pequenas soluções provisórias quando a operação começa.
O planejamento prévio permite que esses ambientes sejam preparados antes da instalação dos equipamentos.
12. Identifique e documente os pontos desde o início
A organização da infraestrutura não deve começar quando aparece o primeiro problema.
Cada ponto instalado deve possuir identificação coerente com o patch panel e a documentação do projeto. Isso facilita saber qual conexão corresponde a determinado ambiente e torna futuras intervenções muito mais rápidas.
Em uma empresa recém-instalada, esse cuidado é especialmente valioso porque a documentação começa limpa. Não há necessidade de reconstruir posteriormente um mapa de uma infraestrutura que nunca foi registrada.
A própria estrutura de normas de cabeamento da TIA inclui administração, instalação e documentação como partes do sistema de infraestrutura.
Para a empresa, isso representa uma vantagem operacional: quando surgir uma falha ou uma necessidade de expansão, a equipe terá informações mais claras sobre a estrutura existente.
13. Defina os critérios de instalação antes da obra
Outra etapa importante é estabelecer antecipadamente como a infraestrutura será instalada.
Isso envolve definir os componentes utilizados, os caminhos, os pontos, a organização dos racks, a identificação e os critérios de teste.
O objetivo é impedir que decisões importantes sejam tomadas de maneira improvisada durante a execução.
A instalação deve seguir o projeto definido e utilizar componentes compatíveis com a categoria especificada. Não faz sentido, por exemplo, projetar uma infraestrutura com determinado nível de desempenho e substituir componentes por outros inadequados simplesmente para reduzir o custo durante a obra.
O sistema precisa ser tratado como um conjunto.
14. Planeje a certificação desde o projeto
A certificação não deve ser uma etapa pensada somente quando a instalação terminou.
Ao planejar o projeto, a empresa já pode definir quais enlaces serão testados, quais parâmetros deverão ser avaliados e como os resultados serão documentados.
A certificação permite verificar se os enlaces instalados atendem aos requisitos definidos para a categoria e para o padrão adotado. Entre os parâmetros que podem ser avaliados estão wiremap, comprimento, perda de inserção, NEXT, PSNEXT e return loss, conforme o tipo de teste e sistema especificado.
Esse cuidado é importante porque o desempenho de uma infraestrutura não depende apenas do material adquirido. A forma de instalação e terminação também influencia o resultado final.
Por isso, entregar os resultados dos testes junto com a documentação da infraestrutura pode facilitar bastante a gestão futura da rede.
15. Pense na infraestrutura como parte da estratégia da empresa
Ao montar uma empresa nova, é natural concentrar a atenção em computadores, softwares, mobiliário e equipamentos. Porém, todos esses recursos dependem de uma infraestrutura física que precisa funcionar por trás deles.
Uma rede organizada pode facilitar mudanças, manutenção e crescimento. Uma infraestrutura mal planejada pode transformar pequenas alterações em intervenções físicas mais complexas.
O cabeamento estruturado deve, portanto, ser pensado como uma base para os sistemas de comunicação da empresa. A TIA descreve a infraestrutura de cabeamento comercial justamente como um sistema projetado para suportar diferentes aplicações e sistemas baseados em IP.
Quanto mais a empresa depende de conectividade para executar suas atividades, maior é a importância de planejar essa infraestrutura antes de colocar o ambiente em operação.
O que deve ser levantado antes de contratar o cabeamento estruturado?
Antes de solicitar um orçamento, reunir algumas informações pode ajudar a tornar o projeto mais preciso.
É interessante ter uma planta ou pelo menos uma representação do ambiente, saber aproximadamente quantas pessoas utilizarão o espaço, identificar os setores e salas e listar os principais equipamentos que precisarão de rede.
Também devem ser informadas as necessidades relacionadas a Wi-Fi, telefonia IP, câmeras, servidores, impressoras e outros sistemas.
A existência ou não de infraestrutura de encaminhamento também interfere diretamente no projeto. Um escritório já preparado com eletrocalhas e espaços técnicos terá uma condição diferente de um imóvel que precisará receber toda essa estrutura.
Quanto mais completo for o levantamento, mais precisa tende a ser a definição dos materiais, da mão de obra e do cronograma.
Quanto custa o cabeamento estruturado de uma empresa nova?
Não existe um preço único para uma instalação de cabeamento estruturado. O investimento depende de diversas características do projeto.
A quantidade de pontos é apenas um dos fatores. Também podem influenciar o valor a categoria do cabeamento, necessidade de fibra óptica, número de racks, infraestrutura de encaminhamento, distância dos pontos, complexidade do ambiente, quantidade de pavimentos, necessidade de certificação, organização e documentação.
Por isso, comparar propostas apenas pelo valor total pode esconder diferenças importantes entre os projetos.
Uma proposta pode contemplar somente a passagem dos cabos, enquanto outra inclui infraestrutura, terminações, identificação, organização, certificação e documentação.
O mais importante é entender exatamente o que está incluído na solução.
É possível instalar a rede depois que o escritório estiver pronto?
É possível, mas nem sempre é a condição mais conveniente.
Quando a infraestrutura é instalada depois que o ambiente já está ocupado, a execução pode exigir acesso a forros, paredes, móveis e áreas de circulação. Além disso, pode haver necessidade de trabalhar em um espaço onde pessoas e equipamentos já estejam funcionando.
Quando o projeto é incorporado à obra desde o início, existe mais liberdade para planejar caminhos, pontos e espaços técnicos.
Isso não significa que toda empresa precise instalar o cabeamento antes de ocupar o imóvel. Significa que, quando existe essa possibilidade, antecipar o planejamento pode evitar algumas dificuldades posteriores.
Como evitar erros no planejamento de uma rede nova?
O principal cuidado é não começar a instalação antes de entender a necessidade da empresa.
Um projeto de cabeamento estruturado deve considerar, de forma integrada:
- quantidade e localização dos pontos;
- computadores e demais estações;
- telefonia IP;
- access points;
- câmeras;
- salas de reunião;
- impressoras e equipamentos compartilhados;
- racks e switches;
- caminhos para os cabos;
- categoria do cabeamento;
- capacidade de expansão;
- identificação;
- certificação e documentação.
Quando esses elementos são analisados em conjunto, fica mais fácil evitar decisões que atendam apenas ao cenário imediato.
Uma rede nova precisa realmente de um projeto de cabeamento estruturado?
A instalação de cabos pode ser feita sem um projeto formal, mas isso não significa que essa seja uma boa forma de planejar uma infraestrutura corporativa.
O projeto permite definir antecipadamente onde estarão os pontos, como os cabos serão encaminhados, quais componentes serão utilizados e como a infraestrutura poderá crescer.
Também ajuda a transformar a necessidade da empresa em uma especificação técnica que pode ser acompanhada durante a instalação e posteriormente validada por meio dos testes.
Esse planejamento é especialmente importante quando a empresa está construindo uma infraestrutura que deverá permanecer em operação por muitos anos.
A Astel Line Telecom pode ajudar no planejamento
Quando uma empresa está montando um novo escritório, não basta pensar apenas em quantos cabos serão necessários. É preciso entender como a rede será utilizada, onde os equipamentos ficarão, quais tecnologias farão parte da operação e como a infraestrutura poderá acompanhar futuras mudanças.
A Astel Line Telecom trabalha com projetos de infraestrutura de redes para empresas, incluindo soluções de cabeamento estruturado, organização, identificação e certificação dos pontos.
Uma avaliação técnica permite transformar as necessidades do ambiente em uma infraestrutura planejada, evitando que decisões importantes sejam tomadas somente durante a instalação.
Perguntas frequentes sobre planejamento de cabeamento estruturado
O que é preciso considerar para planejar uma rede empresarial nova?
É necessário avaliar o layout, quantidade de usuários, equipamentos, quantidade de pontos, Wi-Fi, telefonia IP, câmeras, racks, switches, caminhos dos cabos, categoria do cabeamento e possibilidades de expansão.
Quantos pontos de rede uma empresa nova precisa?
Não existe uma quantidade padrão. O número depende dos equipamentos, ambientes, layout e necessidades atuais e futuras da empresa.
Devo planejar o Wi-Fi junto com o cabeamento estruturado?
Sim. Os access points precisam estar integrados à infraestrutura física e sua localização deve ser definida durante o planejamento.
Cat6 ou Cat6A: qual escolher em uma empresa nova?
A escolha depende dos requisitos de desempenho, equipamentos, distância, expansão prevista e vida útil desejada para a infraestrutura. Veja a comparação entre Cat6 e Cat6A.
Preciso deixar pontos de rede de reserva?
É recomendável considerar capacidade para expansão. A quantidade adequada depende do crescimento esperado e das características do ambiente.
Onde deve ficar o rack de rede?
O local deve permitir manutenção, possuir condições adequadas para os equipamentos e facilitar a distribuição dos cabos. Em projetos maiores, pode ser necessário utilizar mais de um espaço técnico.
É necessário certificar uma rede nova?
A certificação permite verificar se os enlaces instalados atendem aos requisitos de desempenho especificados e ajuda a documentar a infraestrutura.
Posso instalar o cabeamento depois que a empresa começar a funcionar?
Sim, mas a execução pode ser mais trabalhosa quando o ambiente está ocupado. Planejar a infraestrutura durante a implantação do escritório pode facilitar a instalação.
O projeto precisa considerar câmeras e telefonia IP?
Sim. Qualquer equipamento que utilize a rede deve ser considerado no levantamento para que os pontos e demais recursos sejam dimensionados adequadamente.
Quanto custa instalar cabeamento estruturado em uma empresa nova?
O investimento varia conforme quantidade de pontos, categoria do cabeamento, tamanho do ambiente, infraestrutura existente, racks, fibra óptica, complexidade da instalação, certificação e documentação.
Uma empresa pequena também precisa de um projeto?
O tamanho da empresa não define sozinho a necessidade do projeto. Mesmo uma estrutura pequena pode se beneficiar de pontos organizados, documentação, capacidade de expansão e instalação adequada. O dimensionamento deve ser proporcional à realidade do negócio.






